Legal o destaque que o SBT, via “Uma Rosa com Amor”, vai dando a alguns talentos do teatro e cinema, que a televisão insiste em deixar de lado ou esquece que existem.
Os exemplos são muitos, portanto, dispensáveis.
Aliás, essa função de diretor de elenco é uma que merece melhor análise.
Por que, hein, sempre os mesmos e os mais próximos?

