Com propagandas silenciosas e distribuídas em vinhetas ou em comerciais de no máximo 20 segundos, o "CQC" exibe mais publicidade e tem fila de seis anunciantes na Band."A ideia é não aborrece quem assiste. Em 2008, quando estreamos, ficamos comum único anunciante durante quatro meses. Hoje a fórmula é considerada eficiente", diz o âncora da atração, Marcelo Tas.Segundo o diretor-executivo comercial da emissora, Ricardo Mainardi, o "CQC" é seu segundo produto mais valorizado. Em levantamento feito pelo Controle da Concorrência com base nos programas que foram ao ar nas cinco últimas semanas, o "CQC" teve 17% de seu tempo ocupado pelas mais diversas formas de propaganda, contra 11% do "Pânico na TV" (RedeTV!).As atrações foram escolhidas por terem públicos e gêneros semelhantes. Conforme a análise, as ações de merchandising no "CQC" ficam sempre na faixa de quatro minutos, em média. No "Pânico na TV", podem chegar a três vezes esse tempo por programa.A explicação é que o "CQC" tem seu tempo de comercial limitado pelo formato, que é da produtora Cuatro Cabezas. Apesar do dinheiro em caixa, na última segunda, o "CQC" aproveitou a ida de repórteres a eventos para desdobrar uma mesma viagem em pelo menos duas reportagens. É sempre bom economizar

